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domingo, 8 de maio de 2011

Alguma coisa sobre você.




Não sei exatamente o que acontece. Não sei explicar o que é, mas as vezes parece ser bom. 
Eu vivo observando seu jeito, sua fala, suas mãos. Eu te olho sem te desejar, eu te peço um beijo sem estar com mínima vontade de beijar. Eu preciso do seu carinho sempre às 5 horas da tarde. Eu preciso do teu abraço na minha cama sempre a noite. Toda noite. Eu observo as estrelas de vez em quando, e quando não estou com preguiça de levantar. Eu me lembro de você, e de tantas outras drogas no final da tarde. Eu te acho interessante e estupidamente engraçado. Eu aceito seus defeitos e me odeio por isso. Peguei suas manias. Adotei seus conselhos. Te defendi algumas vezes e ri de toda sua história. Já não basta qualquer sorriso, eu prefiro o seu.  Não que eu desejo que dure pra sempre, não quero isso pra mim, mas só de pensar em não te ter por perto é como se tudo não tivesse mais graça alguma. 

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

As aulas recomeçam...



Estou tentando criar textos longos, criativos, românticos, ou até bem engraçados. Tentando não me lembrar  tanto daquela escola. Acabou as férias e tudo o que eu mais quero é voltar ao passado recente e ter férias novamente, me diga quem não quer?  Meu Deus, como é difícil voltar as aulas quando os nossos amigos mudam para outras escolas. Como é complicado ter que fazer novos colegas e tentar confiar como confiava no seu melhor amigos de antes, que estava ali bem perto de você. É totalmente diferente, não tem nenhuma comparação. Apesar de estar na mesma escola. Mesmo assim está cada vez mais difícil agradar algumas pessoas. Na verdade é que eu nunca consigo passar um boa impressão de primeira. É que eu sou sempre a metida, chata, brega, desvalorizada, ou sei lá. O que pensam que sou? Por que estão rindo de mim? Talvez acham que eu não perceba, mas é que o pior de tudo é que eu já consegui perceber o quanto me odeiam. Eu não sou do tipo que me vingo, que brigo, que chingo ou que falo mal. Eu sou do tipo que fica chateada quando não consigo agradar alguém, por pouquissímo que seja. Eu sou assim. Sempre fui assim. E vou continuar sentada no meu canto sozinha sem temer à ninguém, sem falar com ninguém, até que vocês conheçam que realmente sou. Por que não adianta falar tanto mal de mim, me zoar por trás tentando me atingir, se bancar o bom e o todo poderoso sem ao menos saber quem eu sou. E não adianta querer vir ser meu amigo agora depois de tudo o que já descobri e pesquisei sobre vocês. Eu não vou ser a patinha burra de sempre e confiar em todos de primeira assim. É difícil ter que voltar as aulas sabendo que seus amigos não vão estar ali mais, quando eles eram tão unidos à você, quando não se tinha nada a perder e você sabia que era feliz daquele jeito. Eu sinto tanta falta dos dias em que sentávamos na escada da quadra e ficávamos falando tanta besteira, e riamos daquilo tudo sem medo, sem anseio, por que tínhamos uns aos outros e sabíamos o verdadeiro significado do amor. E as aulas recomeçam, e ninguém nunca vai ser suficientemente capaz de agradar à todos.     

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Responda-me


O que fazer quando o que você quer na verdade é fugir de tudo, fugir da realidade e viver seus sonhos? O que se faz quando o que se mais quer é dizer toda verdade mas com medo do sofrimento, do arrependimento? O que fazer quando ele diz que te ama? O que fazer quando ele fala que já não vive sem você? Eu já acho exagero. Mas já não consigo responder tais perguntas. Era fácil de mais pra mim, mas já se tornou difícil, e não foi difícil ficar assim. Foi um momento de engano, ilusão. Tudo aconteceu rápido de mais pra mim, eu deveria ter pensado mais, analisado as coisas e rever meus conceitos. Todos eles. O que acontece com a gente quando estamos certo daquilo que estamos fazendo? O que acontece? Me responda. O que eu acho que acontece é que na verdade a intensidade das pessoas levam elas a fazerem coisas sem ao menos pensar no que pode acontecer depois. E no futuro como fica? Você já tem tudo planejado? Vai viver de que? De amores platônicos talvez, ou talvez viva de um amor de qualquer cara por aí e quem sabe viva feliz. Mas e agora, o que acontece? Ultimamente me encontro confusa das coisas que estão acontecendo. É sempre assim, eu nunca estou bem o suficiente para ficar tranqüila e pensar em coisas que daqui pra frente servirão de boa lembranças, de uma época em que eu sabia que felicidade existia. As vezes realmente se eu deixar tudo como está talvez seja melhor. Mas às vezes não. E se eu mudar alguma coisa? Eu queria muito fazer as coisas certas, queria muito não ser a errada de tudo, não queria mesmo ser a menina que sempre se dá mal no final. E agora? Bom, por enquanto continuarei a escrevendo e desabafando com o cara da academia que tem mais problemas que eu.        

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Depressão básica.


Por que sempre me falam que a gente não deve mudar por ninguém, por nada e devemos ser quem somos, como somos e não mudar, nunca nunca. Mas é que eu tentei mudar pra melhor, tentei ser mais culta, mais sagaz,  mais apaixonada, e pra falar verdade tentei ser perfeita, mas o que acontece é que eu não sou, não sou nada disso, e parece que eu continuo sendo aquela garota chata, insuportável, enjoada, e que só erra. Só parece, por que eu sinto agora que já não sou mais assim. Me sinto mudada, e completamente diferente do que era antes. Eu realmente cansei. Fiz de tudo pra agrada e num agradei. Fiz de tudo pra ser a melhor e não deu. O que você quer afinal? Me destruir? É o que parece. O que você quer afinal, uma boneca articulada? Todo perfeita, todos os detalhes... Não, eu não sou assim, mas tento ser a melhor possível. 
Por que sempre me falam que devemos fazer o que queremos, devemos sonhar e correr atrás não importa o que os outros pensam. Mas eu sou totalmente ao contrário, a opinião dos outros são importantes pra mim. Mas cansei, cansei de fazer tudo pensando nas pessoas e esquecendo de mim, e de repente eu ver que eu estou sozinha e que todos eram uma farsa, era engano, ilusão.  
 E de repente eu sou a melhor amiga, melhor namorada, melhor filha, mas de repente eu me torno a pior de todas, e eles fazem o favor de encontrarem defeitos em mim, e o pior de tudo é que apontam esses defeitos, e é como se eu fosse um lixo. Como se não gostassem de mim.   

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Confessionário básico.

E eu confesso que estou chorando nesse exato momento, e adivinha por quem ? É, por ele mesmo.